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sábado, 31 de agosto de 2013

(Resenha) O Misterioso Caso de Styles, de Agatha Christie

O MISTERIOSO CASO DE STYLES
de Agatha Christie
Record, 1948
No meio da noite, a rica proprietária da mansão Styles é encontrada morta em sua cama, aparentemente vítima de um ataque cardíaco. As portas do quarto estravam trancadas por dentro e tudo indicava morte natural. Mas o médico levanta uma suspeita: assassinato por envenenamento. Todos os hóspedes da velha mansão tinham motivos para matar a Sra. Inglethorp e nenhum deles possui um álibi convincente. Para solucionar o crime entra em ação o detetive Hercule Poirot, irresistível personagem criado por Agatha Christie, que faz sua estréia neste intrigante caso.

Então, começa o primeiro romance policial de Agatha Christie, a "rainha do crime" como é conhecida até hoje. Bom, essa resenha vai ser rápida, porque eu não tenho muita coisa para falar sobre o livro. Então, se você quiser saber oque eu achei de O Misterioso Caso de Styles, clique em "Mais Informações" e vem comigo!

domingo, 11 de agosto de 2013

(Resenha) Dash and Lily's Book of Dares, de Rachel Cohn e David Levithan

DASH AND LILY'S
BOOK OF DARES
de Rachel Cohn e David Levithan
Ember, 2010
"Então começa o mais novo romance enlouquecedor e bestseller dos autores de Nick and Norah's Infinite Playlist". Não posso dizer que não fui avisada sobre o livro. É enloquecedor. É bestseller. Mas oque importa não é a quantidade de vendas, e sim a história. E nisso, Dash and Lily's Book of Dares é muito bom.

Lily é uma garota de 16 anos que tem poucos amigos (ou nenhum amigo?) que na sua vida toda nunca se arriscou na vida.
Já Dash, da mesma idade, é cercado de amigos e vive correndo perigo por ai.
Um certo dia, enquanto Dash dava uma olhada nas prateleiras da sua livraria preferida (!!!), encontrou um caderninho vermelho, pra ser mais exata, uma Moleskine vermelha. Estranhando aquela lombada infamiliar entre tantas outras familiares, ele pega o livro e o abre. No mesmo segundo ele percebe que aquele livro não é um livro qualquer e, sim um caderno, onde escreveram a seguinte frase: "I've left some clues for you. If you want them, turn the page. If you don't, put the book back on the shelf, please!" ("Eu lhe deixei algumas pistas. Se você as quiser, vire a página. Se não, coloque o livro de volta na estante, por favor!"). E é claro que ele não coloca o livro de volta na estante. Depois de ter feito tudo oque o livro (ou melhor, Lily) mandou, ele deixa pra ela um desafio. E, durante a história, é assim que eles vão se comunicando, compartilhando pensamentos e conhecendo um ao outro a cada desafio.


Acabei de acabar o livro e já estou com saudade dos personagens! Posso trazer o Dash pra vida real e me casar com ele, por favor? E posso ser amiga da Lily e do Boomer? Posso ter uma livraria igual á Strand aqui na minha cidade? Não? Ok :(

Achei perfeita a ideia de colocarem um livro cheio de desafios na prateleira de uma livraria. Desde a primeira página desse livro eu fiquei com isso na cabeça. "E se eu fizer isso na livraria daqui? Vou conhecer alguém tão legal quanto o Dash que goste de livros, e seja bonito?", eu pensava. Cheguei a conclusão que era melhor não correr o risco.

Apesar do livro ser em inglês, não tive dificuldade nenhuma em lê-lo. A leitura é fácil e flui já nos primeiros capítulos. Me apaixonei pela escrita da dupla Rachel Cohn e David Levithan. Mal posso esperar pra ler Nick and Norah's Infinite Playlist (que, aliás, está na minha wishlist de Agosto!). Esse foi o primeiro livro que eu li inteirinho em inglês. O primeiro foi Ready or not? da Meg Cabot, mas como eu tinha a versão em português também acabou que eu li só metade do livro em inglês. Esse livro me ajudou muito em ficar mais confiante em relação ao meu inglês e em não levar tudo ao pé da letra.


Então, pessoal, comentem se vocês já leram Dash and Lily's Book of Dares e me indiquem uns livros fáceis em inglês pra eu ler! O próximo livro que vou ler vai ser da Agatha Christie (em português), mas ainda não sei qual. Mas, essa semana tem vídeo novo por aqui e eu falo sobre o livro dela que vou ler no post. Vejo vocês na próxima!

terça-feira, 23 de julho de 2013

(Resenha) A Livraria 24 Horas do Mr. Penumbra, de Robin Sloan

A LIVRARIA 24 HORAS
DO MR. PENUMBRA
de Robin Sloan
Novo Conceito, 2013
288 páginas
A recessão econômica obriga Clay Jannon, um web-designer desempregado, a aceitar trabalho em uma livraria 24 horas. A livraria do Mr. Penumbra — um homenzinho estranho com cara de gnomo. Tão singular quanto seu proprietário é a livraria onde só um pequeno grupo de clientes aparece. E sempre que aparece é para se enfurnar, junto do proprietário, nos cantos mais obscuros da loja, e apreciar um misterioso conjunto de livros a que Clay Jannon foi proibido de ler. Mas Jannon é curioso…

Clay Jannon é um web-designer desempregado que, enquanto dava uma volta pelas ruas de San Francisco, encontrou uma folha colada na vitrine de uma livraria que dizia: "PRECISA-SE DE ATENDENTE" e pulou de cara na oportunidade. Os fregueses da livraria são, na maioria, idosos estranhos, e são pouquíssimos idosos estranhos que "alugam" certos livros que Clay nunca viu na vida. Jannon foi submetido á algumas regras que deve seguir e uma delas diz que ele não pode, em hipótese alguma, olhar o conteúdo dos livros d'A Livraria 24 Horas do Mr. Penumbra. Mas, quando seu amigo Mat faz uma visita á livraria, ele não resiste e dá uma olhada no conteúdo de um dos livros. E, depois dessa noite, ele começa a desconfiar de que alguma coisa está errada naquela livraria. 


Então? Eu simplesmente a-m-e-i toda esse mistério envolvendo livros e tecnologia! Na minha opinião, Robin Sloan fez uma boa mistura dos dois itens. Nem muito, nem pouco. Na medida.

Foi amor á primeira vista. Sabe aquela história de “ah, não escolha o livro pela capa e sim, pela história”? Pura bobagem. Encontrei ele enquanto dava uma volta pela Saraiva e adivinhem? Me apaixonei pela capa. Ela é linda! Amei essa coisa do relevo neon e os livros meio sombrios atrás!

Então, o livro tem umas conversas sobre programação e design que eu não entendi muito bem, mas tanto faz. Aliás, também tem um pouco de romance, mas o livro em si não é todo cheio e lotado de romance e beijinhos e abraços e tal. É bem controlado nessa parte do amor.

Outra coisa que eu a-m-e-i foi essa coisa que livros vs. computadores que ronda a história. Mas vou falar sério agora. Nos primeiros capítulos eu não estava gostando nadinha de A Livraria 24 Horas do Mr. Penumbra, mas depois o livro vai pegando um ritmo bom e não consegui desgrudar. Sério.

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Como vocês devem saber, dia 16 de Agosto estréia a adaptação cinematográfica de Percy Jackson e o Mar de Monstros, e pra eu relembrar a história, vou reler o livro. Como eu já fiz uma resenha sobre ele, o blog vai ficar sem resenhas por uns dias.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

(Resenha) Minha Vida Fora de Série 2, de Paula Pimenta

MINHA VIDA FORA DE SÉRIE 2
de Paula Pimenta
Gutenberg, 2013
424 páginas
Na 2ª temporada de "Minha vida fora de série", Priscila agora está com 16 anos e começa a lidar com questões mais sérias da adolescência: a proximidade do vestibular e, com ele, todos os receios desta fase; amizades que parecem sólidas e que de repente se perdem; o aprendizado de que um namoro tem de ser constantemente cuidado para não se desgastar. Ela também descobre que atos sem pensar, que parecem estar esquecidos no passado, podem marcar irreversivelmente o presente. Nossos queridos personagens - já conhecidos pela série "Fazendo meu filme" estão de volta, para não deixar ninguém com saudade. Não perca os próximos episódios da vida fora de série de Priscila. Você não vai conseguir desgrudar até terminar de ler.

Como esperado, a Paula Pimenta me encantou (mais uma vez) com sua narrativa super encantadora e seus personagens tão lindos, carismáticos, fofos e engraçados! Não tinha dúvidas que a leitura fosse me prender como aconteceu enquanto eu lia as séries Fazendo Meu Filme e Minha Vida Fora de Série. Na minha opinião, esse foi o livro mais light de todos, e eu gostei! Não teve muito drama e foi o livro mais feliz que a Paula Pimenta já escreveu.

Mas agora, vamos falar sobre o livro em si.
Notei que teve um amadurecimento na personalidade da Priscila e isso foi muito bom. Aliás, nós conseguimos ver as "fases" da adolescência muito bem retratadas, porque, a última vez que nós nos encontramos com a Pri foi há 2 anos atrás, quando ela tinha acabado de fazer 14 anos de idade!

Apesar das indas e vindas no relacionamento entre a Priprica e do Rodrigo, o amor deles continua o mesmo. Fofo, lindo e romântico. Como todo relacionamento deveria ser!

O prólogo do livro é sobre a Pri falando do seu aniversário de 15 anos. Ela disse que ao invés de uma super big festa, ela queria uma viagem. Mas não uma viagem normal. Uma viagem com as amigas, sem os pais enchendo o saco. E, como ela tinha certeza que eles não iriam deixar que ela fosse viajar pra Londres, Paris, Nova York ou Dubai, como ela queria (me abraça, Pri!), ela pediu para ir com as amigas pra Disney. Como ela mesma disse, a Disney é um lugar puro, encantado... E não teria como os pais dela dizerem não. Mas, como nem ela mesmo previa, ela iria conhecer alguém que atormentaria seus pensamentos por um certo tempo. Achei que no final das contas, essa história entre a Pri e esse alguém ficou um pouco mal resolvida, e acho que a Paula vai dar uma de Shonda Rhimes (produtora de Grey's Anatomy, desculpem meu vício pela série) e atormentar o relacionamento da Pri e do Rô na 3ª temporada da série da Priscila. E também é bem capaz de o alguém que o Rodrigo conheceu na Bahia vir atormentar o casal também. Argh, não quero nem imaginar! 

Um casal que eu sempre shippei e sempre vou shippar é o Arthur (irmão da Pri) com a Samantha! Achei super desnecessário esse relacionamentozinho entre o Arthur e um outro personagem aí. Preferiria ele com a Sam, que é uma personagem que eu super amo e que poderia ter sua própria série de livros, daria super certo, acho!

Agora vamos falar sobre o Leo e a Fani? Eu amo esses dois! E a Fani é uma cabeçuda por não ter percebido o Leo convidando ela pra ir no cinema e ela convidando a Gabi pra ir junto! Se toca, garota! Qualquer um conseguiria perceber que o Leo é super apaixonado pela Fani.

Aí eu fico me perguntando: Minha Vida Fora de Série 3 se passará quando a Priscila tiver seus 18 anos ou a Paula deixará passar dois anos e o próximo livro da série da Pri vai começar quando ela tiver 19? Eis a questão!

segunda-feira, 15 de julho de 2013

(Resenha) Minha Vida Fora de Série, de Paula Pimenta

MINHA VIDA FORA DE SÉRIE
de Paula Pimenta
Gutenberg, 2011
402 páginas
Mudar de cidade sempre é difícil, mas fazer isso na adolescência é algo que deveria ser proibido. Como começar de novo em um lugar onde todos já se conhecem, onde os grupos já estão formados, onde ninguém sabe quem você é? A princípio, Priscila não gosta da ideia, mas aos poucos percebe que pode usar isso a seu favor, tendo a chance de ser alguém diferente. Mas será que o papel escolhido é aquele que ela realmente quer representar? Aos poucos, Priscila percebe que o que importa não é o lugar, e sim as pessoas que vivem nele. E que, além da nova cidade, há algo mais importante para se conhecer: ela mesma. Quem gosta da série Fazendo meu filme não pode perder o livro de estreia desta nova série de Paula Pimenta. Situado no mesmo universo ficcional, temos a oportunidade de acompanhar alguns dos nossos já adorados personagens, três anos antes de a história de Fazendo meu filme começar. Não perca a 1ª temporada da vida fora de série de Priscila!

Devido ao divórcio dos pais, a Priscila tem que se mudar pra Belo Horizonte com sua mãe e deixar seu pai, irmão e metade dos animais de estimação pra trás, em São Paulo. Ela não gostou nada da ideia de se mudar pra outra cidade, com novas pessoas e lugares e deixar pra trás suas amigas e todas as coisas que ela amava de São Paulo. Sua prima Marina a ajuda a se enturmar um pouco com o novo ambiente, apresentando-a amigas e lugares de BH. E também é a Marina que a apresenta ao mundo das séries quando, no aniversário de 13 anos da Pri, lhe dá um box da série Gilmore Girls e com isso, a Pri começa a assistir várias séries pra deixar um pouco de lado a tristeza por ter se mudado de São Paulo.

Num dia no clube, um dos lugares favoritos da Pri, ela vê o Marcelo, um garoto muito lindo e charmoso, e eles trocam uns olhares. Ela já pensa que ele é seu príncipe encantado e começa a criar uma imagem dele na sua mente, mas logo logo vê que ele não é tudo aquilo que ela esperava. 


A Pri é amiga da Fani e do Leo, de Fazendo Meu Filme, e durante a história de Minha Vida Fora de Série, nós vemos um pouco os dois (o Leo bem mais do que a Fani) interagindo com a Priscila e companhia. Só quero lembrar que: Minha Vida Fora de Série se passa três anos antes da história de Fazendo Meu Filme começar, por isso, a Fani e o Leo nem se conheciam :(

Sou suspeitíssima pra falar sobre a Paula Pimenta. Sempre que eu começo a ler um dos seus livros, eu não consigo mais parar! A leitura sempre me prende e eu não tiro os olhos do livro até a última página! 
Eu conheci os livros da autora enquanto eu pesquisava sobre coisas de intercâmbio e simplesmente amei a série Fazendo Meu Filme! Eu super me identifico com a Fani, apesar que, em alguns pontos, a Pri se parece comigo também. Acho que em todos os livros que a Paula Pimenta escrever, vou sempre me identificar com algum personagem.

Eu adoro Minha Vida Fora de Série, mas pra mim, Fazendo Meu Filme (a série toda) é a melhor série que ela já escreveu. Provavelmente é por causa do intercâmbio que a Fani faz pra Europa (meu sonho!) ou o fato de ela amar assistir filmes, que eu me identifico mais com a personagem, fazendo com que eu goste mais de FMF do que de MVFS. Mas as duas séries são ó-t-i-m-a-s. 

Algum dia desses eu vou fazer a resenha de Fazendo Meu Filme 1 pra vocês e falo mais sobre a minha adoração pela Paula Pimenta! Por hoje, chega! Se você também já leu algum livro da Paula, fale nos comentários qual e se você gostou ou não pra podermos compartilhar nossas opiniões! Até mais, pessoal.

sábado, 13 de julho de 2013

(Resenha) Os Instrumentos Mortais #1: Cidade dos Ossos, de Cassandra Clare

CIDADE DOS OSSOS
de Cassandra Clare
Galera Record, 2010
462 páginas
Um mundo oculto está prestes a ser revelado... Quando a jovem Clary decide ir para Nova York se divertir numa discoteca, ela nunca poderia imaginar que testemunharia um assassinato - muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece no ar e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer... Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.

Lá está Clary com seu melhor amigo Simon numa balada em New York. Ela vê um carinha bonito de cabelo azul e outra moça entrando num "quarto" dentro da boate e já entende que eles iriam dar uns pegas (como qualquer outro casal que ela já havia visto pelos cantos da boate). Mas uma coisa chama a atenção dela: dois caras de preto e com armas estavam seguindo o garoto e a garota e também entraram no mesmo quarto que o casal. Assustada pelas armas e sentindo que iria presenciar um assassinato, Clary pergunta para Simon se ele também está vendo os dois caras e a resposta dele é não. Assustado, Simon vai chamar o guarda da boate e Clary vai para o tal quarto ver oque está acontecendo e dá de cara com o carinha bonito acorrentado e pronto para ser morto. Logo Clary percebe que a moça estava junto com os dois caras com as armas e vê que aquilo tudo foi uma emboscada para matar o do cabelo azul. Eles o matam, sim, e então Clary saí do lugar onde estava escondida escutando tudo e confronta a "gangue". Minutos depois, o corpo do carinha de cabelo azul vai diminuindo cada vez mais e acaba desaparecendo, então Jace, Alec (os caras com as facas) e Isabelle (a moça que seduziu o do cabelo azul) começam a se perguntar como Clary conseguiu vê-los, sendo que mais ninguém na boate toda havia os visto. Clary também não fazia a menor ideia do porquê, e ela também não fazia a menor ideia do que estava prestes a acontecer daí pra frente na sua vida.



Vão me chamar de poser, mas eu só li esse livro pra poder ir assistir ao filme no cinema e entender a história. Não me arrependi nadinha de ter feito isso, porque eu amei o livro! Amei os personagens! Mesmo sendo só o primeiro livro, eu já posso dizer que vou amar os livros seguintes! Simplesmente a-m-e-i as ironias! 

No começo do livro, eu me confundia os nomes das coisas e me perdia um pouco, mas com o passar das páginas você vai se acostumando mais com a narrativa da Cassandra Clare e não consegue mais parar de ler!

Eu me apaixonei pelo Jace, aquele jeito badboy irônico dele (que no fundo é um cara muito gente boa e legal) me cativou. Não preciso nem dizer que já super adoro a Clary com ele apesar dos obstáculos que encontrarão durante os próximos livros. 

Um ponto fraco durante a leitura foi que eu imaginava que o livro fosse com mais ação e acabou que ele foi mais calmo e com ação só nas lutas e tal.



Agora vamos falar sobre o filme, que vai ser lançado mês que vem, dia 23 de Agosto! 

Adorei a escolha de todos os atores, menos o ator que interpreta o Jace. Sempre imaginei o Jace muito bonito pelo jeito que a autora o descreve no livro, mas a única coisa igual que eu encontrei entre o Jace da minha imaginação e o ator que interpreta o Jace foi o cabelo! Adorei a escolha da Lily Collins como Clary e dos atores que irão interpretar os irmãos Isabelle e Alec! Só mais uma coisinha: o ator que irá interpretar o Simon (Robert Sheehan) é exatamente como o Simon da minha imaginação! 

Mal posso esperar pra estar na sala de cinema dia 23 de Agosto meia-noite! Estou muito animada pelo filme e pelo oque parece, vai ser bem fiel ao livro! Enquanto o filme não sai, fiquem com o trailer de Cidade dos Ossos:


sábado, 6 de julho de 2013

(Resenha) O Futuro de Nós Dois, de Jay Asher e Carolyn Mackler

O FUTURO DE NÓS DOIS
de Jay Asher e Carolyn Mackler
384 páginas
Galera Record, 2013.
É 1996, e menos da metade dos alunos das escolas de ensino médio nos Estados Unidos já tinham usado a internet. Emma acaba de ganhar o primeiro computador e um CD-ROM da America Online de Josh, seu melhor amigo. E ao instalar o programa, logo no primeiro acesso, descobrem que acabam de entrar no Facebook, dali a quinze anos. Todos se perguntam como será o futuro. Josh e Emma estão prestes a descobrir...

A história é contada no ano de 1996, quando os computadores ainda estavam sendo popularizados e a internet era pra poucos. Emma acabou de ganhar do seu pai seu primeiro computador. Josh, seu melhor amigo, lhe dá um CD-ROM que contém 100 horas gratuitas de acesso à internet. 
Emma cria sua conta de e-mail e, ao entrar na internet, se depara com um site na barra de favoritos do seu computador que se chama Facebook. Ao clicar lá, o site solicita seu e-mail e senha e quando termina de carregar, Emma se depara com a conta de uma pessoa com o mesmo nome, sobrenome e data de nascimento dela. 
Emma conta sobre o site a Josh, seu melhor amigo, com quem não vem interagindo muito nos últimos seis meses, depois que um mal entendido abalou a relação dos dois. Josh, sendo cético como sempre é, duvida que aquele site mostre o futuro das pessoas, e acredita que alguma pessoa sem noção deve tê-lo criado para zoar com a cara dos dois. Já Emma, acredita que aquele site realmente mostra o futuro de qualquer um que seja cadastrado lá e vê que seu futuro vai ser muito ruim e quer mudá-lo. A pergunta é: será que ela vai conseguir?

Amei o livro! Me apaixonei pelo Josh e tive vontade de ser amiga da Emma! Além disso, me deu vontade de começar a pensar mais sobre o meu futuro (que profissão seguir, etc) justamente porque a Emma e o Josh conseguem ver o futuro deles. Eles entram no Facebook e bãm! Lá está. Mostra com quem eles serão casados e no que trabalharão daqui a 15 anos! Como não querer ter esse tal CD que o Josh deu pra Emma? Além disso, eu gostaria muito de ter uma amizade como a da Emma com a Kellan e a do Josh com o Tyson! A amizade deles é tão legal!


domingo, 30 de junho de 2013

(Resenha) O Último Olimpiano - Percy Jackson e Os Olimpianos, de Rick Riordan

O ÚLTIMO OLIMPIANO
de Rick Riordan, 384 páginas
Intrínseca, 2010.
Os meios-sangues passaram o ano inteiro preparando-se para a batalha contra os Titãs, e sabem que as chances de vitória são pequenas. O exército de Cronos está mais poderoso que nunca, e cada novo deus ou semideus que se une à causa confere mais força ao vingativo titã.
Enquanto os Olimpianos se ocupam de conter a fúria do monstro Tifão, Cronos avança em direção à cidade de Nova York, onde o Monte Olimpo está precariamente vigiado. Agora, apenas Percy Jackson e seu exército de heróis podem deter o Senhor do Tempo.
Nesse quinto e último livro da série, o combate se acirra e o mundo que conhecemos está prestes a ser destruído. O destino da civilização está nas mãos do semideus anunciado na antiga profecia, e Percy está perto de completar dezesseis anos – a dúvida é: o herói será ou não capaz de tomar a decisão correta?


Hora de falar sobre O Último Olimpiano. Infelizmente, essa hora chegou.
No começo eu morrí de raiva do Percy dando mole pra Rachel, mas depois, ela entrou pra lista dos meus personagens favoritos. Durante o livro, eu percebí que Percabeth (o nome ship do Percy com a Annabeth) é, sim, o ship que eu mais gosto nos livros. Eu não tinha percebido antes, só que é impossível não gostar deles juntos enquanto lê aquelas cenas tão fofas de O Último Olimpiano.
No começo, eu também sentí falta de uma pequena "atualização" sobre oque aconteceu durante o ano letivo do Percy. Eu fiquei meio: "nossa, o que está acontecendo? Porque fulano tá dizendo isso?". Foi como se existisse um livro entre A Batalha do Labirinto e O Último Olimpiano e eu tivesse esquecido de comprar e ter pulado o livro entre os dois e começado a ler o último livro da saga. Mas depois os personagens vão explicando oque aconteceu e nós vamos ficando atualizados.
Esse, sem dúvida, na minha opinião, foi o melhor livro da saga. As batalhas entre o exército de Cronos e os semideuses do Acampamento Meio-Sangue foram ótimas, super cheias de ação e mais ação. Amei. 
Reencontrar a Thalia (que agora é tenente das Caçadoras) foi ótimo, e eu não esquecí do cheeseburguer que ficou pendente entre ela, o Percy e a Annabeth! 
Uma coisa que me deixou triste foram as mortes. :( Tinha uns semideuses que eu gostava bastante, e morreram. Isso me deixou tipo: "puts, porquê ele, Rick? Porquê???". Essa parte foi triste.
O Nico teve um papel super importante em O Último Olimpiano, e virou um dos meus personagens preferidos! E o Grover, gente!? Adorei o final que o Mr. Riordan deu pra ele!
E, sim. Eu chorei no final. Não tem como não chorar! 

Ah, a saga Percy Jackson. Se tornou uma das minhas favoritas sagas (e, possivelmente, a minha favorita). No exato dia em que eu terminei de ler a Batalha do Labirinto, o quarto livro da saga, eu comecei O Último Olimpiano, que (infelizmente!) é o último livro de Percy Jackson e Os Olimpianos
Quando eu comecei a O Ladrão de Raios, vou falar a verdade: não me interessei muito pela história. Eu pensei que fosse ser um livro cansativo, que só fala da história dos deuses e pensava que isso eu poderia aprender na aula de História. Ah, como eu estava enganada!

*Ativando estado depressão pós-saga.*

terça-feira, 25 de junho de 2013

(Resenha) A Batalha do Labirinto - Percy Jackson e Os Olimpianos, de Rick Riordan

A BATALHA DO LABIRINTO
de Rick Riordan, 367 páginas 
Intrínseca, 2010.
O livro começa quando a mãe de Percy está o deixando na frente da possível próxima escola que ele irá estudar (ou a possível próxima escola a ser destruída por ele). Acontece que essa nova escola não é uma escola qualquer, é a escola onde o novo namorado de Sally (a mãe do Percy) leciona. Pois é, como vocês já devem saber, pelo menos uma sala acabou destruída depois da estadia de Percy na escola, e ele foi "salvo" pela Rachel Elizabeth Dare. Quem é essa? A Rachel é uma garota que o Percy conheceu no último verão e ela consegue ver através da Névoa, ou seja, ela vê todos os monstros e seres do mundo imortal. Coisa que entre os mortais, não é normal.
Ok, lutas mortais á parte... Percy volta ao Acampamento com Annabeth, que ficou morrendo de ciúmes por Rachel ter escrito o telefone dela na mão do Percy e ele nem percebeu que ela estava com ciúmes! E também há outros casos da Annabeth com ciúmes do Percy no livro e ele nem percebe! :( #PercabethForever
Já no Acampamento, Percy se atualiza sobre as coisas que estão rolando por lá e descobre que Luke e Cronos estão planejando invadir o Acampamento. Eles pensam que a única maneira de o exército de Cronos entrar lá é pela "porta da frente" quando, num novo jogo criado por Quintus (o novo treinador de esgrima do Acampamento), eles descobrem que no Punho de Zeus (acho que é tipo uma estátua no meio da floresta do Acampamento) há uma entrada para o Labirinto (sim, aquele do Minotauro e tal), criado por Dédalo (aquele super arquiteto que a Annabeth adora).
Aí, Quíron organiza uma missão, liderada por Annabeth (ela é a pessoa que mais sabe sobre o Labirinto. Só pra constar, eu achei super merecida essa oportunidade que o Quíron deu pra ela). Só, que o Labirinto é muito traiçoeiro, e para se orientar lá dentro, precisa-se do fio de Ariadne, coisa que o exército de Cronos já está atrás e que Percy, Annabeth, Grover e Tyson vão tentar encontrar. Mas, acontece que o exército de Cronos encontra o fio antes deles, e só resta uma última chance de eles se orientarem no Labirinto: uma mortal. É aí que a Rachel entra. Já que ela pode ver através da Névoa e ela é uma mortal, ela pode ser a guia do grupo dentro do Labirinto, e isso deixa a Annabeth louca de ciúmes e essa é uma das partes engraçadas do livro!
No meio disso tudo, Grover está quase perdendo sua licença de buscador de Pã e sua última chance de encontrar o deus da natureza é essa missão. E... ah, não vou dar spoiler! Mas oque aconteceu me partiu o coração!
E tem mais: Percy ainda tem que encontrar Nico di Angelo, o filho de Hades, que está super bravo com Percy e culpando-o pela morte da sua irmã.

Em todos os livros da saga Percy Jackson tem muita ação, e em A Batalha do Labirinto não seria diferente. Nesse (e nos outros livros do Rick Riordan também) tem um acontecimento atrás do outro e você não se cansa de ler, porque sempre tem uma coisa nova acontecendo. Eu amo isso.

Bom, já comecei a ler O Último Olimpiano, que é o último livro da saga e já estou com lágrimas nos olhos pelo fim dessa ótima e maravilhosa e super demais saga. :(

sábado, 22 de junho de 2013

(Resenha) A Maldição do Titã - Percy Jackson e Os Olimpianos, de Rick Riordan

A MALDIÇÃO DO TITÃ
de Rick Riordan, 316 páginas
Intrínseca, 2009.
Grover manda um aviso para Percy, Annabeth e Thalia falando que mais dois novos meio-sangues, Bianca e Nico di Angelo, foram encontrados numa escola militar chamada Westover Hall, e precisam ser levados para o Acampamento Meio-Sangue em segurança. Mas no caminho eles encontram vários obstáculos. O vice-diretor da escola, Dr. Espinheiro, consegue chegar ás crianças antes e captura elas. Percy segue os três e acaba sendo capturado também, mas nisso, Annabeth, Thalia e Grover chegam pra salvar o amigo. A missão foi quase bem sucedida, pois os irmãos di Angelo chegaram á salvo no Acampamento. Quem não chegou a salvo foi Annabeth, que foi capturada pelo Dr. Espinheiro. A deusa da caça, Ártemis, que lidera um grupo de caçadoras, havia aparecido para ajudá-los na luta com o vice-diretor da escola e ela sai numa busca por outro monstro bem mais poderoso, e acaba desaparecendo.
Nisso, o Acampamento monta um grupo que sai numa missão em busca de Annabeth e a deusa Ártemis, que se revelou prisioneira, por meio de um sonho de Zoë Doce-Amarga, tenente das caçadoras. É aí que as aventuras começam.
Além disso, o trio Percy/Annabeth/Grover tem que enfrentar um novo inimigo: o Senhor dos Titãs, Cronos, que está se preparando para voltar, com a ajuda de Luke. E isso com certeza não é boa coisa.

Como sempre, os livros da saga Percy Jackson me deixam sem fôlego. São acontecimentos atrás de acontecimentos e eu realmente amo isso. Odeio livros parados e com certeza A Maldição do Titã é totalmente o contrário disso! Eu lí o terceiro livro da saga Percy Jackson e Os Olimpianos há algum tempo, por isso a resenha deve estar meio vaga, mas acho que deu pra entender um pouco, certo?
No momento, eu estou lendo o quarto livro da saga: A Batalha do Labirinto, e estou adorando!

Confira as resenhas de O Ladrão de Raios e O Mar de Monstros:
Percy Jackson e Os Olimpianos #1: O Ladrão de Raios
Percy Jackson e Os Olimpianos #2: O Mar de Monstros

quinta-feira, 20 de junho de 2013

(Resenha) O Teorema Katherine, de John Green

O TEOREMA KATHERINE
de John Green. 302 páginas
Intrínseca, 2013.

Normalmente, quando você pensa em nerd, você pensa num cara de óculos, que não tira a cara de um livro e que não namora ninguém, certo? Pois é. Colin Singleton é um tipo diferente de nerd. Ele é mais (e coloca mais nisso) do que nerd, ele é um prodígio. Mas vamos falar nele como sendo um super nerd. Ele é igual aos nerds que eu citei acima, só que a diferença é que o Colin é um super namorador.
No total ele já namorou 19 Katherines. K-A-T-H-E-R-I-N-E-S. Não Katies, nem Kats, nem Kitties, nem Cathys, nem Kates, nem (muito menos) Catherines. Acho que no livro ele diz que no começo ele não tinha a intenção de só namorar Katherines, mas depois virou uma boa ideia.
Acontece que, o livro começa quando Colin leva o fora da sua 19ª Katherine. E ele fica arrasado. E aí entra o Hassan, seu melhor amigo, que dá a ideia dos dois caírem na estrada (road trip!) e eles vão indo, indo e indo. Até que eles chegam em Gutshot, no Tennessee, onde conhecem Lindsey, e ela apresenta os garotos para Hollis, sua mãe. Hollis é dona da Indústria Têxtil de Gutshot e ela é bem rica. Então, ela dá um emprego para Colin e Hassan entrevistarem todas as pessoas que trabalham ou já trabalharam na Indústria e com isso, eles faturam uma grana e ainda podem ficar hospedados na casa de Hollis!
Logo, Colin e Hassan viram amigos de Lindsey e Colin começa a desenvolver o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que prevê quanto tempo o namoro vai durar e quem terminará com quem. E essa história vai se desenvolvendo de um jeito muito bom, como só as histórias do John Green são capazes de se desenvolver.

Sério, eu amo o John Green. Ele virou um dos meus autores preferidos desde que eu lí A Culpa é Das Estrelas (bateu uma saudade da Hazel e do Augustus!). Eu amo o jeito nerd das histórias dele e também amo o canal dele e do Hank.

Quando eu fui comprar O Teorema Katherine eu fiquei meio apreensiva. Porque eu acompanho alguns blogs literários e eu peguei dois deles que leram o livro e em um blog, diziam que era o pior livro do John Green, com uma leitura muito cansativa e chata. E no segundo blog, diziam que o livro era muito fofo e engraçado. Então houve a dúvida: comprar ou não comprar? Eis a questão. Comprei.

E não me arrependo de nada. Nada! O livro é muito bom e não me canso de dizer isso. Não dá pra descrever a facilidade e a rapidez com que os capítulos iam sendo lidos. E eu não me cansava de ler o livro. A narrativa não é chata e entediante. As coisas não ficam paradas e a história está sempre se movimentando. A-M-E-I! Já não vejo a hora de comprar Quem é você, Alasca?.

domingo, 16 de junho de 2013

(Resenha) Melancia, de Marian Keyes

MELANCIA
de Marian Keyes. 390 páginas
Bertrand Brasil, 2003.
Chick Lit (o que é?)
Claire, 29 anos, acabou de acordar do parto da sua primeira filha, casada. Ou pelo menos era, até o momento em que seu marido, James, sentado na poltrona do seu quarto no hospital, lhe dá a notícia que estava tendo um caso com a vizinha (que é casada e tem dois [ou três?] filhos). E tem mais: James quer se separar de Claire e diz que ama a vizinha!
Com o coração partido, vários quilos a mais por causa do parto e entrando numa pequena depressão, Claire vai para a casa dos seus pais, em Dublin, na Irlanda. Ela passa algum tempo numa depressão, mas logo se endireita e vê que não pode ficar assim pra sempre. Daí decide fazer um almoço pra família (acho que ela tem quatro irmãs e duas delas moram com os pais) e Helen, sua irmã, trás pra casa Adam, um cara lindo, alto, atraente e simpático, que chama a atenção de Claire no primeiro minuto.
Claire e Adam se aproximam bastante e justo quando rola o primeiro beijo do casal, James vai pra Dublin, procurando por Claire, para fazê-la assumir a culpa pela sua traição! Que raiva!

O livro é legal, só que as coisas acontecem muito devagar e isso realmente me deixou brava. E o estado de depressão da Claire me irritou pra caramba! Quê isso? Ser traída pelo marido ok, mas deixar a filha recém-nascida nos cuidados dos avós (da filha, quero dizer) e ainda ficar super irritada/brava/chateada com a família por colocarem em filmes e novelas que o cara trai a moça? Não suportei isso.

Eu realmente pensei que a leitura do livro fosse hilária e super divertida, mas não. Eu rí algumas vezes, mas não foi de gargalhar (lí em alguns blogs literários que isso aconteceria durante a leitura, mas não aconteceu).

Outra coisa que eu me decepcionei (e muito!) foi o valor e a edição do livro. Mas isso não é culpa da autora, ou do livro, ou da editora, ou de ninguém. A culpa é minha. Eu fui na livraria com o intuito de comprar esse livro e comprei. Deveria ter pesquisado mais o preço e comprado pela internet. Vou explicar. A edição normal custou R$59,90 e é super grande e desconfortável pra ler e a edição de bolso seria bem mais confortável pra ler e custa só R$14,90! Quase cometí suicídio quando ví isso! Me xinguei muito. A partir desse dia comecei a pesquisar o valor dos livros na internet e na livraria física.

Só uma curiosidade: o título do livro "Melancia" vem de como Claire dizia que seu corpo estava durante a gravidez.

Bom, é só isso. Eu estou aqui dando vivas porque finalmente terminei de ler Melancia. Quem me acompanha no Twitter viu que a leitura tava difícil de terminar e isso me irritou bastante, porque eu prefiro ler um livro só e terminar com ele rápido. Mas eu fiz a idiotice de começar a ler O Teorema Katherine, do John Green, enquanto lia Melancia e isso não deu certo. Daí complicou na leitura. E eu nem terminei de ler O Teorema Katherine ainda! Ainda essa semana tem a resenha dele aqui!

quarta-feira, 5 de junho de 2013

(Resenha) O Mar de Monstros - Percy Jackson e Os Olimpianos, de Rick Riordan

O MAR DE MONSTROS 
de Rick Riordan
Intrínseca, 2009.
Percy passou um ano surpreendentemente calmo na escola. Nenhum mostro fora atacá-lo... Até o último dia de aula. Houve um ataque de monstros na escola em que estuda e Annabeth e Tyson (seu novo amigo ciclope) o ajudaram a se safar dessa.
No segundo livro da saga, o Acampamento Meio-Sangue está em perigo. A árvore Thalia, que protege o acampamento, foi envenenada e por causa disso, Quíron (o diretor de atividades) é demitido, quem assume o cargo é Tântalo, o espírito dos campos de punição, condenado á fome e á sede pra sempre.
O sátiro Grover saiu em busca de Pan, que é o deus da natureza (foi como eu entendí) e durante a jornada, ele encontra o Velocino de Ouro, que é a única coisa que pode salvar a árvore e restaurar a segurança no Acampamento Meio-Sangue. Mas, o tal Velocino de Ouro está sendo guardado por um grande ciclope, que aprisionou Grover pensando que ele fosse uma ciclope fêmea (ele estava vestido de noiva) e agora o sátiro corre perigo.
Nesse momento, Tântalo, o novo diretor de atividades do acampamento, lança uma nova missão para um semi-deus recuperar o Velocino e salvar o acampamento. E a semi-deusa escolhida é... Clarisse! Isso mesmo, Clarisse. A filha do deus da guerra. Com quem Percy não se dá nada bem (tanto a filha quanto o pai). Mas é claro que o Percy, Annabeth e Tyson vão colocar o nariz na missão e ir resgatar Grover.

Adorei o livro. Rick Riordan tem uma narrativa muito boa e me fez praticamente devorar o livro! Seriously. Na última linha do livro (isso mesmo! Última linha. Não último paragrafo nem página. Linha!) tem uma revira-volta que faz você ficar roendo as unhas até comprar o próximo livro da saga. Foi exatamente isso que aconteceu comigo. Então eu já deixo avisado: garanta o terceiro livro da saga antes de terminar o segundo. Tenho certeza que você vai começar a ler A Maldição do Titã no momento que fechar e colocar O Mar de Monstros na sua estante.
Outra coisa: o filme de O Mar de Monstros vai para as telonas dia 16 de Agosto! Vou alí na fila do cinema e já volto!

Confira o trailer de O Mar de Monstros (sem legendas):

terça-feira, 4 de junho de 2013

(Resenha) A Probabilidade Estatística do Amor á Primeira Vista, de Jennifer E. Smith

A PROBABILIDADE ESTATÍSTICA
DO AMOR Á PRIMEIRA VISTA

de Jennifer E. Smith
Galera Record, 2013.
Hadley perdeu o seu voo para Londres por míseros quatro minutinhos. O que ela vai fazer em Londres? Já que sua mãe insistiu, ela vai participar do casamento do pai com outra mulher. A relação entre a Hadley e seu pai não é das melhores e já faz mais de um ano que eles não se veem. Acontece que durante a espera do próximo voo para Londres, Hadley conhece Oliver, um garoto gentil e engraçado (ah, ele é muito fofo!) com quem conversa antes e durante o voo. Durante sete horas de voo, nós vemos duas pessoas que acabaram de se conhecer conversando, mas eles mais se parecem com bons amigos de infância.

Esse é o destino em forma de livro. Sério mesmo! O livro se passa em 24 horas e eu achei tudo muito fofo! A narrativa é em terceira pessoa, e eu estranhei um pouco no começo (não sei porquê, já que eu já lí vários livros do Harry Potter, que são em terceira pessoa e não estranhei em nada) mas eu me acostumei. Também achei um pouco desnecessário o livro ser narrado em terceira pessoa, porque a história gira em torno do lado da Hadley e acho que ficaria melhor se fosse narrado em primeira pessoa. Mas tanto faz.
Me emocionei com a relação entre a Hadley e o pai dela. Ela meio que odiava o pai por ter "deixado" ela e sua mãe para ir morar em Londres com a nova namorada (que a Hadley também odeia, mesmo sem ter conhecido). E durante o livro, nós vemos a evolução do ódio que ela sente pelo pai, para amor. É realmente emocionante.
Adorei a relação entre a Hadley e o Oliver, muito fofos os diálogos entre eles. Aliás, dá pra tirar vários quotes do livro (amo! Anotei um monte!). E o melhor: a história não é aquele romancezinho chato que só gira em torno do casal! Repito: o livro é muito bom!


Se fosse pra escolher uma única capa entre essas, eu não conseguiria! Fala sério, muito fofas!
É por isso é muito mais que dei nota 5/5 para o livro. Super recomendado e eu achei a narrativa meio parecida com a de Anna e o Beijo Francês (bem leve e gostosa de se ler). E eu fiquei sabendo que já compraram os direitos do livro para ter uma edição cinematográfica! Mas não sei se é verdade, só nos resta esperar!

segunda-feira, 3 de junho de 2013

(Resenha do livro e filme) O Ladrão de Raios - Percy Jackson e Os Olimpianos, de Rick Riordan

O LADRÃO DE RAIOS
Intrínseca, 2008
Fox Home Entertainment, 2010
Direção: Chris Columbus
Duração: 119 min.
Primeiro volume da saga Percy Jackson e os olimpianos, O ladrão de raios esteve entre os primeiros lugares na lista das séries mais vendidas do The New York Times. O autor conjuga lendas da mitologia grega com aventuras no século XXI. Nelas, os deuses do Olimpo continuam vivos, ainda se apaixonam por mortais e geram filhos metade deuses, metade humanos, como os heróis da Grécia antiga. Marcados pelo destino, eles dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade.
O garoto-problema Percy Jackson é um deles. Tem experiências estranhas em que deuses e monstros mitológicos parecem saltar das páginas dos livros direto para a sua vida. Pior que isso: algumas dessas criaturas estão bastante irritadas. Um artefato precioso foi roubado do Monte Olimpo e Percy é o principal suspeito. Para restaurar a paz, ele e seus amigos - jovens heróis modernos - terão de fazer mais do que capturar o verdadeiro ladrão: precisam elucidar uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses.


Vai falar que você nunca ouviu falar de Zeus, ou Poseidon, ou até Hades? Bom, se você nunca ouviu falar deles, é porque não teve aula de história. Whatever. Esse livro fala sobre vários deuses e é bem capaz que você aprenda mais lendo o livro do que na própria aula de história.
Bom, Percy Jackson é um garoto que só dá problema. Pra cada escola que ele vai, ele consegue ser expulso. Até que ele chega numa escola e consegue se manter lá por um tempo, graças á ajuda do seu amigo Grover, que logo depois, Percy descobre ser um sátiro, ou seja, ele é metade humano e metade bode. Nessa mesma escola, tem senhor Brunner, professor de latim, que gosta muito do Percy e acredita que ele é melhor do que parece (e do que o próprio Percy acredita). 
O garoto-problema tem dislexia (dificuldade pra ler, escrever e soletrar) e déficit de atenção. É por isso que ele estuda na Academia Yancy, um internato particular em New York, que é exclusivo para crianças portadoras de problemas. Enfim, numa certa excursão que a escola faz para o Metropolitan Museum Of Art, a professora Dodds, professora de álgebra, que sempre odiou o Percy, se transforma num monstro e ele é obrigado a lutar com ela, usando a caneta que o senhor Brunner o deu, que surpreendentemente se transforma numa espada. 
Apartir daí Percy corre perigo e Grover o leva para o Acampamento Meio-Sangue, onde os filhos dos deuses do Olimpo residem. Logo quando chega ao acampamento, Percy descobre que o senhor Brunner não é o senhor Brunner, e sim Quíron, o diretor de atividades do Acampamento Meio-Sangue. Depois de uns dias morando no acampamento, Percy descobre que é filho de Poseidon, o deus do mar, e que está sendo acusado de ter roubado o raio-mestre de Zeus, o deus do céu. Então Percy, Annabeth (filha de Atena, deusa da sabedoria) e Grover são mandados em uma missão por Quíron (ou Brunner, como quiserem) para descobrir quem roubou e encontrar o raio-mestre de Zeus.


Só quero deixar claro que: o filme é uma grande decepção para os semi-deuses (fãs da saga) e é comprovado cientificamente que 100% da população mundial que leu o livro odiou o filme. É verdade. Só esquece o comprovado cientificamente. Mas o livro é muito bom e o filme é muito ruim. Sem comparações, por favor!

Confira o trailer de Percy Jackson e O Ladrão de Raios:


E mais uma coisa: o filme Percy Jackson e O Mar de Monstros (segundo livro da saga) vai ser lançado dia 16 de Agosto desse ano! E pelo que parece, vai ser bem mais parecido com o filme! Já podemos comemorar? 

Confira o trailer de Percy Jackson e O Mar de Monstros:


Daqui uns dias eu vou postar a resenha de O Mar de Monstros pra vocês lerem.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

(Resenha do livro e filme) O Lado Bom da Vida, de Matthew Quick

O LADO BOM DA VIDA
de Matthew Quick
Intrínseca, 2013
Paris Filmes, 2013
Direção: David O. Russell
Gênero: Romance, 122 min.
Pat Peoples, um ex-professor na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele “lugar ruim”, Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um "tempo separados". Tentando recompor o quebra-cabeças de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com seu pai se recusando a falar com ele, a esposa negando-se a aceitar revê-lo e os amigos evitando comentar o que aconteceu antes da internação, Pat, agora viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida. Uma história comovente e encantadora, de um homem que não desiste da felicidade, do amor e de ter esperança.


O livro começa com a mãe do Pat o tirando de uma instituição psiquiátrica, onde ele passou os últimos três anos. Pat é um ex-professor de história, de 33 anos, que pegou sua mulher no flagra o traindo com outro cara, que, a propósito, quase morreu com a surra que o Pat deu nele. E é isso que o faz ir para o ''lugar ruim'', que é como ele chama a instituição psiquiátrica. Se não me engano, o protagonista sofre de depressão, mas no filme dizem que ele é bipolar, então não tenho certeza. 
Já em casa, o que ele mais quer é voltar com a Nikki, sua mulher, já que tudo oque aconteceu pra começar o ''tempo separados'' (outra expressão de Pat, que é como ele chama o divórcio) é uma névoa na cabeça dele. Pra reconquistar Nikki, Pat começa a malhar muito, tipo muito mesmo! A mãe dele até compra uns equipamentos pra ele malhar no porão de casa. E ele sai pra correr pela rua vestido com um saco de lixo, que, como ele diz, é pra transpirar mais. Ele também lê vários livros, já que sua ex-mulher é professora de inglês e ele quer impressioná-la. Só que isso não dá muito certo porque os livros que ele lê sempre têm finais tristes e isso o deixa muito bravo.


Num certo dia, Ronnie, amigo do Pat, o convida pra ir a um jantar em sua casa e eis que lá está Tiffany. Ela também sofre de depressão (o marido dela morreu). Depois que eles se conhecem no jantar, Tiffany começa a ir correr junto com Pat, apesar de ele não gostar e eles não conversarem nada todo o trajeto da corrida. Certo dia, Tiffany manda uma carta pra Pat o informando que vai ajudá-lo a se comunicar com Nikki, mas só se ele a ajudar a ganhar um concurso de dança para pessoas com depressão. Aí eu fiquei pensando: ''e quem não ganhar o concurso? Porque só vai ter gente depressiva lá e tal'' mas eis que a Tiffany trolla o Pat e o concurso não tem ganhadores. E só pra constar: eles arrazam.


Uma coisa que me deixou bem brava foi o pai do Pat, que é fanático pelos Eagles (um time de futebol americano). Tudo bem que o Pat também é fanático e tal, mas acontece que o time muda o humor do pai dele, tipo: o time ganha, ele fica bem com a família, o time perde, fica sem falar com todo mundo pelo resto da semana. E isso realmente me irritou. 
E as coisas que o Pat faz são todas para a Nikki. É tipo: ''ah, só vou começar a respeitar as pessoas para praticar o respeito, porque Nikki gostaria que eu as respeitasse''. E isso ficou muito chato com o passar das páginas.
Outra coisa estranha é que as falas (e os pensamentos) do Pat são muito ingênuos. Ás vezes, quando ele falava, parecia uma criança. Mas isso chega até a ser engraçado.


O motivo de eu ter dado nota 4/5 para o livro são esses acima.. Porque tirando isso, eu realmente achei o livro muito bom.

O filme também é muito bom, só que algumas partes do filme não são fiéis ao livro. Mas não há uma regra que diga que o filme tem que ser fiel ao livro. O filme ficou muito bom, independentemente se foi fiel ao livro ou não. E também, no filme, quem interpreta o Pat é o Bradley Cooper (de Se Beber, Não Case), e quem interpreta a Tiffany é a Jennifer Lawrence (de Jogos Vorazes). Dois bons motivos para assistir ao filme.

Confira o trailer do filme:



sexta-feira, 24 de maio de 2013

(Resenha do livro e filme) As Vantagens de Ser Invisível, Stephen Chbosky

AS VANTAGENS DE SER 
INVISÍVEL
de Stephen Chbosky
Direção: 
Rocco, 1999
Paris Filmes, 2012
Gênero: Drama/Romance
Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, o livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe - a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.

As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir "infinito" ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.

Íntimas, hilariantes, às vezes devastadoras, as cartas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.


Charlie é um adolescente com uma vida muito monótona, que é muito observador e tem uma visão diferente do mundo. O livro é escrito por meio de cartas, que Charlie envia pra uma pessoa que nós não conhecemos (talvez ele conheça, mas não deixam isso claro no livro).
Charlie vai começar seu primeiro ano no ensino médio e isso o deixa meio apreensivo, pois não tem com quem conversar, já que não tem amigos (ele tinha um amigo, mas ele se suicidou e não deixou nenhuma carta dizendo o porquê, e isso deixa o Charlie triste). Mas o primeiro ano dele será bom, só que ele ainda não sabia disso.
É no colégio que ele conhece Bill, seu professor, que se torna seu amigo no primeiro dia de aula e empresta livros pra Charlie descobrir novos mundos dentro das páginas. Charlie conhece também Sam e Patrick que começam a chamá-lo pra festas e apresentá-lo á novas pessoas. A partir daí nós começamos a conhecer esse novo mundo que ele entrou. 
Apesar de no começo do livro a leitura ser meio chata, quando eu comecei a me interessar mais pela história, eu quase devorei as páginas. Na verdade, eu lí esse livro ano passado e resolví - não sei porquê - fazer uma resenha dele hoje (é por isso que a resenha está meio vaga).
O livro teve sua adaptação cinematográfica lançada no ano passado (eu já assistí e o filme é ótimo!). O próprio autor do livro, Stephen Chbosky, é o diretor do filme. E no elenco, tem Logan Lerman (Charlie) de Percy Jackson e o Ladrão de Raios, Emma Watson (Sam) de Harry Potter e Ezra Miller (Patrick) de Precisamos Falar Sobre o Kevin.

Assista ao trailer do filme:


Pessoal, é isso. Amanhã eu vou fazer um vídeo com todos os livros que eu recebí de aniversário (foi dia 21!) e provavelmente semana que vem eu posto o vídeo aqui.
See ya!

sexta-feira, 17 de maio de 2013

(Resenha) A Culpa é Das Estrelas, de John Green

A CULPA É DAS ESTRELAS
de John Green
Intrínseca, 2012
A Hazel é uma garota de 16 anos que tem câncer na tireóide, com metásteses (acho) nos pulmões. Por causa disso, ela tem que andar com um carrinho de oxigênio por todo lugar que ela vai. Um dos lugares que ela frequenta (apesar de ela ser obrigada pela mãe dela) é o Grupo de Apoio, onde ela conheceu o Augustus, um garoto de 17 anos, com osteossarcoma, ou seja, câncer nos ossos.
A Hazel e o Augustus começam a se conhecer melhor e em um dia, eles trocam indicações de livros. A Hazel indica para o Augustus o livro Uma Aflição Imperial do Peter Van Houten (não sei se existe), que é tipo o bebê da Hazel, e também vira o bebê do Augustus. Só que esse livro tem um porém: não tem final. Na verdade, o livro acaba no meio de uma frase, sério! E é por esse motivo que a Hazel e o Augustus ficam tão bravos quando terminam de ler. Então, os dois começam a procurar o autor do livro, Peter Van Houten, pra ter alguma explicação sobre oque aconteceu com os personagens, e os dois descobrem que agora ele mora em Amsterdã. E o Augustus, todo fofo como ele é, pega o seu Desejo (no livro explica que, toda criança com câncer tem direito á um Desejo. A Hazel gastou o dela indo pra Disney) e o transforma numa viagem para Amsterdã, junto com a Hazel e a mãe dela!
Agora não vou mais contar porque se não vai ter spoilers!

O livro é muito bom. Quando eu lí a sinopse eu pensei: ''ah, deve ser aquele livro de draminha chato, que só fala do câncer da menina, etc'' mas não é. O livro fala do câncer sim (aliás, não tem como não falar, né) mas não é só centrado nisso.


Os personagens são muito nerds, e isso ás vezes me irritou um pouco e eu tive que reler um pensamento da Hazel ou um diálogo entre ela e o Augustus pra poder acompanhar, mas nada que eu não tenha entendido sobre oque eles estavam falando. Falando em nerdisse, o próprio John Green é muito nerd. Ele e o Hank, irmão dele, têm um vlog no Youtube que se chama Vlogbrothers, que os dois criaram pra poderem conversar por meio de vídeos (amei a ideia!).

A Culpa é Das Estrelas terá um filme! E parece que ele começará a ser filmado ainda esse ano. O filme será produzido por Marty Bowen e Wyck Godfrey, os mesmos produtores da Saga Crepúsculo. E o roteiro ficará por conta de Scott Neustadter e Michael H. Weber, os mesmos roteiristas de 500 Dias Com Ela. O diretor do filme ainda não está definido mas estão perto de escolher um. 
A Hazel será interpretada pela atriz Shailene Woodley, a mesma que interpretará a Tris, no filme de Divergente! E o ator que interpretará o Augustus será o Ansel Elgort, que também vai atuar como o irmão da Tris, Caleb, em Divergente!

domingo, 5 de maio de 2013

(Resenha) Lola e o Garoto da Casa ao Lado, de Stephanie Perkins

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Autor: Stephanie Perkins
Editora: Novo Conceito
Gênero: Romance
Lançamento: 2012
Avaliação: 4/5

Sinopse: A designer-revelação Lola Nolan não acredita em moda… ela acredita em trajes. Quanto mais expressiva for a roupa — mais brilhante, mais divertida, mais selvagem — melhor. Mas apesar de o estilo de Lola ser ultrajante, ela é uma filha e amiga dedicada com grandes planos para o futuro. E tudo está muito perfeito (até mesmo com seu namorado roqueiro gostoso) até os gêmeos Bell, Calliope e Cricket, voltarem ao seu bairro. Quando Cricket — um inventor habilidoso — sai da sombra de sua irmã gêmea e volta para a vida de Lola, ela finalmente precisa conciliar uma vida de sentimentos pelo garoto da porta ao lado.



“Não acredito em moda. Acredito em figurino. A vida é curta demais para sermos a mesma pessoa todos os dias.”
Lola e o Garoto da Casa ao Lado é aquele tipo de livro que você lê antes de dormir e quando acaba cada capítulo fala: ''só vou ler mais um capítulo e vou dormir'' e você sempre lê mais de um. A leitura flui muito bem e te leva para o universo da Lola, e do Cricket, e até da nossa querida Anna e do nosso lindo St. Clair (de Anna e o Beijo Francês), que, apesar de não ser o foco da história, mostra como está sendo o relacionamento deles depois da França.

Lola é uma garota de 17 anos, que tem três desejos: 1) Participar do baile de inverno vestida de Maria Antonieta, 2) Que seus pais aprovem seu namorado roqueiro, Max, de 22 anos, e 3) Nunca mais, ver os gêmeos Bell denovo. Os gêmeos Bell são Calliope Bell, uma garota que a Lola admira, patinadora, que era sua amiga antigamente mas atualmente tem lá suas brigas, e Cricket Bell, um cara que está cursando engenharia mecânica na faculdade e que a Lola era apaixonada há algum tempo, mas que agora - como ela diz - não tem mais nenhum sentimento por ele. A vida de Cricket sempre girou em torno de Calliope, por ela ter que mudar de cidade constantemente por causa dos campeonatos de patinação (no gelo, se não me engano) e ele ter que acompanhar ela e os pais, e isso gerou a mudança dos gêmeos de cidade, há 2 anos atrás. Mas agora eles estão de volta. E Cricket continua fazendo o coração de Lola pular uma batida quando o vê.
"Tristeza. Desejo. Uma dor dentro de mim, tão forte que não sei como acreditei que ela já tinha me deixado. Olho sua nuca e é como se o oxigênio tivesse desaparecido de meu quarto. Meu coração transborda de emoções. Estou me afogando."

Bom, a história vai rodando e nós ficamos sabendo sobre a Anna e o St. Clair, que não se desgrudam mais. Eu achei muito fofas as partes do cinema, onde a Anna, a Lola e o St. Clair - de tanto ficar por lá com a Anna - trabalham, e as conversas entre os três.
''— Eu sei que você não é perfeita. Mas são as imperfeições de uma pessoa que as tornam perfeitas para alguém.''

Então, essa foi a resenha de Lola e o Garoto da Casa ao Lado, que é um livro que eu super recomendo pra quem quer ter uma leitura leve e tranquila. Observação: essa foi só a minha terceira resenha e eu ainda tô aprendendo a fazer, então me deem um desconto! haha.

Por hoje é isso. Até a próxima!

sábado, 4 de maio de 2013

(Resenha) Anna e o Beijo Francês, de Stephanie Perkins

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Autor: Stephanie Perkins
Editora: Novo Conceito
Gênero: Romance
Lançamento: 2011
Avaliação: 5/5

Sinopse: Anna Oliphant tem grandes planos para seu último ano em Atlanta: sair com sua melhor amiga, Bridgette, e flertar com seus colegas no Midtown Royal 14 multiplex. Então ela não fica muito feliz quando o pai a envia para um internato em Paris. No entanto, as coisas começam a melhorar quando ela conhece Étienne St. Clair, um lindo garoto, que tem namorada. Ele e Anna a se tornam amigos mais próximos e as coisas ficam infinitamente mais complicadas. Anna vai conseguir um beijo francês? Ou algumas coisas não estão destinadas a acontecer?



"Pelo menos, as pessoas na minha nova escola falam inglês. Foi fundada por americanos pretensiosos, que não gostam da companhia dos próprios filhos. É sério. Quem manda os filhos para um internato? É tão Hogwarts. Só que no meu não tem feiticeiros bonitinhos, balinhas mágicas ou aulas de voo."

Anna é uma garota normal, com o pai escritor que teve seus livros adaptados pro cinema, oque o fez rico. E ele, querendo impressionar um pessoal de New York, manda a filha pra um colégio interno em Paris, onde apenas americanos estudam. Mas é claro que ela não quer ir. É claro que ela não quer deixar a amiga, Bridgette, e seu ficante, Toph, em Atlanta e ir pra Cidade Luz. Mas ela é forçada a ir, e no começo, ela se vê perdida entre os franceses, mas logo conhece sua vizinha de quarto, Meredith, que a apresenta ao seu grupo de amigos: Josh, Rashimi e... Étienne St. Clair. Josh e Rashimi namoram e St. Clair é um cara carismático, oque faz a Anna se apaixonar (praticamente) de primeira por ele. Só que tem uma coisa: ele tem namorada. Ellie. Apartir daí vocês já sabem que tudo (ou mais) pode acontecer, né.
"Arrisco um olhar e St. Clair me olha fixo. Profundamente. Nunca tinha olhado para mim desse jeito. Viro-me antes, e então sinto-o virar algum tempo depois. Sei que ele está rindo, e meu coração acelera."

A leitura é ótima, muito leve e a escrita é típica de adolescentes. Eu, sinceramente, amei. É impossível não se apaixonar pelo St. Clair, nem se envolver no relacionamento do Josh e da Rashimi e não ficar com raiva da Ellie e (pelo menos um pouquinho) da Meredith, por estarem empacando a aproximação da Anna e do St. Clair!
“Há poucas coisas piores do que alimentar sentimentos por alguém que você não deveria.”

Como vocês sabem (ou não), eu estou lendo Lola e o Garoto da Casa ao Lado, que também é da Stephanie Perkins. E eu decidí fazer a resenha de Anna e o Beijo Francês primeiro porque em Lola e o Garoto da Casa ao Lado, você fica sabendo como o relacionamento da Anna com o St. Clair está indo, depois de... hã, deixa pra lá! Daqui a alguns dias, eu termino de ler e posto a resenha aqui pra vocês. A leitura de Lola e o Garoto da Casa ao Lado é ótima, flui muito bem, como em Anna e o Beijo Francês. Recomendo muito os dois livros!

That's all, folks! See ya!